Anos de Serviço dos Docentes “Elegíveis” à Vinculação

Dos 1954 docentes que eu determinei como sendo “elegíveis” à vinculação (por se enquadrarem no número de vagas abertas para cada grupo onde já inclui os docentes que concorrem ao abrigo do DL 29/2001) consegui elaborar o quadro com o tempo de serviço destes docentes que possuíam em 31/08/2013.

 

  • Apenas 49 dos 1954 docentes com menos de 10 anos de serviço podem vincular neste concurso.
  • A maior ocorrência incide nos 13 anos de serviço com 370 docentes.
  • Existem dois docentes com 33 anos de serviço que podem vincular este ano.

 

Assinalei a verde a maior ocorrência em cada um dos grupos de recrutamento e em nenhum grupo se situa abaixo dos 12 anos de serviço.

 

 

Anos de serviço dos elegíveis

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25 comentários

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  1. Há no grupo 430 um professor que está nos 3 primeiros lugares que tem de 24 anos de serviço numa escola profissional onde é efectivo, tem 1 ano de serviço no público e vai vincular! Se tiverem dúvidas coloquem o nome dele no Google e confirmarão a veracidade do que digo. Chamam a isto uma vinculação extraordinária para os professores que andam anos a fio no ENSINO PÚBLICO? Agora é que eu queria que os sindicatos se manifestassem e justificassem porque motivo pediram que todos os professores pudessem concorrer apenas com 1 anos de serviço. Em vez de dizerem que os professores não efectivaram porque não concorreram a nível nacional, analisem antes estes casos e verão que a verdade é outra.

      • Vicky on 5 de Agosto de 2014 at 21:41
      • Responder

      Colega esse caso não é único, mas a maioria dos que vão vincular tem muito pouco tempo no ensino público:os colegas com 15 ou até 20 anos a contrato no público ficam na mesma e mais próximos do desemprego de longa duração.Se os professores do ensino público contratados e do quadro não fossem de uma inércia vergonhosa, faziam uma petição para o tempo no privado valer zero.Com este concurso extraordinário abre-se a porta à lista só pela graduação, e sabem todos muito bem o que acontece.Em breve os horários zeros serão os professores que sempre estiveram no ensino público.

    • Pensador on 6 de Julho de 2014 at 20:42
    • Responder

    Aliás, o que faria sentindo mesmo é impedir os docentes do privado concorrer a concursos públicos. Só com tempo de serviço no público para concursos públicos e acabar de uma vez por todas com a injecção de dinheiros públicos no Ensino privado que para além de receberem fundos e apoios do Estado (contribuintes) ainda recebem valores de propinas que não são baratas e que nem todos têm acesso.

      • Vicky on 5 de Agosto de 2014 at 21:43
      • Responder

      Esta é a solução correta, mas se as pessoas estão adormecidas….

    • Pensador on 6 de Julho de 2014 at 20:52
    • Responder

    E pelos vistos a nota de fim de curso nada serve… para quê tanto esforço a estudar e tirar 15,16,18… se se é ultrapassado por quem tem apenas 11…é que nem há majoração sobre a nota final do curso…só ponderam mesmo o factor tempo de serviço…já vi tanto incompetente com uma dezena de anos de serviço e mais… e vão efectivar…deixem-me rir..país das bananas.

      • Mariana on 6 de Julho de 2014 at 21:15
      • Responder

      Não concordo consigo! Quem tem uma nota mais alta é bonificado com uma graduação mais alta no início da vida profissional. Depois, é ir acumulando o tempo de serviço.
      Muita coisa está mal, mas não é preciso exagerar!

        • Pensador on 6 de Julho de 2014 at 21:36
        • Responder

        A graduação em início de carreira é a nota de curso. Que lógica tem um docente com mestrado, doutoramento com boas notas de fim de curso, serem ultrapassados por licenciados ou profissionalizados em serviço (?) com notas baixíssimas de final de curso? Será que é o tempo de serviço que atribuiu competência aos docentes? Vamos lá ter bom senso pv.

          • listas on 6 de Julho de 2014 at 21:47

          E é a média de um mestrado de dois anos que vale mais do que uma licenciatura pré-bolonha?


        1. Pois eu conheço muita gente com mestrado ou doutoramento que são um zero à esquerda a transmitir conhecimentos.
          Já agora, muitos dos professores que fala andam há 15 ou 20 anos no ensino, foram alunos numa época em que o ensino era muito mais rigoroso e exigente que hoje, por isso nem todos tiveram nota final tão alta, acha bem que agora sejam ultrapassados, quiçá por alunos a quem a determinada altura até poderão ter levantado uma negativa.
          Este nem é o meu caso, mas…a nota final também não é tudo. Acabei a minha licenciatura pré-Bolonha há 14 anos com 14 valores, aprendi tanto ou mais nestes últimos 14 anos como nos 5 da minha licenciatura.
          Com a actual fórmula os dois factores têm um peso justo em meu entender.

    • marta on 6 de Julho de 2014 at 21:25
    • Responder

    Pensador sabes que a nota de fim de curso nao prova se es melhor ou pior que.ninguem 🙁
    Ensino privado que tem de errado?achas que entras para um ensino privado como???? Ai.sim tens.de. mostrar trabalho e resultados caso.contrario,nao.voltas a.ficar… ensino privado??? Em.muitos casos a recibos.verdes,sem.direitos so trabalho e bom.caso.contrario.para o.ano.tas.no.desemprego… enfim… falam muito mas fazem pouco pela profissao… ou estado ou nada..
    Injusticas hade sempre.existir esperemos.que as teip.terminem isso sim

      • Vicky on 5 de Agosto de 2014 at 21:51
      • Responder

      Olhe menina a minha filha deu aulas numa Universidade privada de renome em Lisboa.Cheguei a ler textos de alunos do 3º ano da variante Português/Inglês,, que no meu antigo 7º ano de liceu tinham medíocre.Quer comparar uma licenciatura em Línguas e Literaturas duma privada com um curso de uma Faculdade de Letras do Público?Deve estar a gozar.Quer comparar as licenciaturas das Eses Privadas com as Eses públicas?Desculpe lá não se pode comparar o que não tem comparação.


  2. gente a efetivar com 2 e 3 anos de tempo de servico…ás vezes como eu queria ser DEF…ainda por cima porque acho que a maioria é menos def do que eu…qualquer unha encravada deve, com os conhecimentos certos, dar direito a estar abrangido por esse artigo…mais umas bonificações fiscais…não era mal pensado não senhor!


  3. esta deve ser a única profissão onde quem vem ultrapassa os que já estão….as pessoas deviam ser ordenadas segundo o ano em que se iniciaram na atividade ….como é em todas as carreiras…
    assim acabava-se os compadrios das TEIP e notas inflacionadas….

    • margarida on 6 de Julho de 2014 at 22:59
    • Responder

    esta deve ser a única profissão em que quem chega ultrapassa os que já estão….
    as pessoas deviam ser ordenadas segundo o ano em que iniciaram a actividade, como acontece em todas as carreiras….assim acabava-se os compadrios das TEIP e notas inflacionadas

    • Hermínio on 6 de Julho de 2014 at 23:17
    • Responder

    MTL, o professor a que se refere, foi despedido num processo de despedimento coletivo em 10/11. Não pertence a nenhum quadro de escola profissional. Para além disso, ainda foi prejudicado em tempo de serviço (recibos verdes). Para conseguir os 365 dias no serviço público lecionou em Vila Flor, Braga, Aguiar da Beira e Amora (Seixal). Ah! Antes de ter estado na profissional, já tinha lecionado no público mas, a este tempo de serviço, a atual lei, não liga nenhuma. Aqui fica a explicação. Afinal nem tudo o que parece é.


  4. Confesso que vejo isto de uma forma distante, mas pergunto-me se muitos professores com 15, 20 ou mais anos de serviço não são ou foram professores no privado muitos deles ao lado de casa que agora em pé de igualdade com aqueles que também tem 15, 20 ou mais os conseguiram ter acumulando anos e anos de instabilidade e agora concorrem em pé de igualdade, porque basta a esses terem sido opositores ao concurso anual no ano anterior para agora passarem a frente de milhares de professores que serviram o estado e a escola pública por esse pais fora…..de uma elementar injustiça! Já para não falar no ensino especial e na contabilização do tempo de serviço em parcelas de 0,5 e 1 consoante os anos antes e após a especialização, especialização essa que pode ter ocorrido logo após a licenciatura e os bananas que esperaram 5 anos para a fazer porque senão não a tinham vem-se agora ultrapassados por uma questão meramente administrativa!!!!!!!!!


  5. Conheço muitos colegas com 20 e mais anos de serviço que trabalharam sempre no ensino público. Relativamente à Educação Especial,, o que é inaceitável é que pessoas com 0 dias de serviço passem à frente de colegas com vários anos de experiência,, que viram o seu tempo de serviço reduzido a metade pela tal questão administrativa..

      • Vicky on 5 de Agosto de 2014 at 21:57
      • Responder

      Já alguém avançou com uma Providência Cautelar?Não.Já alguém fez queixa ao Provedor de Justiça?Não.Já alguém fez uma petição contra os abutres vindos do Privado?Não.Olhem que não há santinhos nem anjinhos para salvar quem nada faz.


  6. Estudo interessante seria o de apurar quantos destes 1954 docentes reuniam condições para entrar no próximo ano pela vinculação semi-automatica.

      • Vicky on 5 de Agosto de 2014 at 21:53
      • Responder

      Boa ideia


  7. Precisamente! Será justo que alguém que deu aulas no privado que provavelmente durante esses 20 e tal anos este fixo e nos quadros de um colégio privado passe a frente de professores que deram o corpo pela escola pública? Sinceramente não me parece! Quanto ao ensino especial confesso que não percebo porque razão ninguém mexe……

    • tecas on 5 de Agosto de 2014 at 10:30
    • Responder

    Acrescento: a diretiva comunitária determinou que a vinculação extraordinária tinha de ser atribuída a docentes que lecionam há mais de três anos no ENSINO PÚBLICO.
    Acontece que muitos dos elegíveis apenas apresentam um ano de serviço no ensino público. Todo o restante tempo de serviço foi obtido no ensino privado. Isto também se verificou na vinculação extraordinária do ano passado!
    Não é fácil lutar com entidades que viciam o jogo!


  8. -está enganado! sou contratado com 18 anos de serviço (21 anos de contratos) e nem sequer entro nessas lista porquê? sou do grupo 530.


    1. Porque não há vagas no 530 para este concurso.


      1. -engano de novo!-é porque o doutor Crato acabou de vez com o meu grupo no 9º ano do 3º CEB e reduziu os docentes do grupo 240 de dois para um!


  1. […] Lista dos docentes que eu considerei como “elegíveis” à vinculação. […]


  2. […] que eu já não tivesse analisado aqui e aqui. É este o sangue novo que o Ministro falou há alguns meses […]

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