Opinião – João Pereira Coutinho

Na edição em papel do Correio da Manhã de hoje.

Não difere em muito da minha opinião e por isso continuo a dizer que esta prova é um erro crato.

 

João Pereira Coutinho

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20 comentários

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    • Pedro on 9 de Dezembro de 2013 at 12:25
    • Responder

    Nem mais, partilho da mesma opinião
    Fazer uma prova quem ja leccionou é de um erro “Crato” mesmo

    • Luísa on 9 de Dezembro de 2013 at 14:27
    • Responder

    Estou de acordo com o João Coutinho.
    O Crato tem de dispensar da PROVA TODOS OS CONTRATADOS.
    Temos de estar todos unidos para que esta não se realize porque se isso não acontecer para o ano serão TODOS OS CONTRATADOS A REALIZÁ-LA.
    NÃO SE FIEM NO CRATO.

      • Sílvia on 9 de Dezembro de 2013 at 18:41
      • Responder

      O Crato apenas disse que estavam dispensados, não disse foi por quanto tempo…
      Se a prova se realizar para os que têm menos de 5 anos, não se admirem que para o ano sejam todos a fazer

    • ARRE on 9 de Dezembro de 2013 at 14:39
    • Responder

    Nem mais !! e…mais nada!!

    • azevedo on 9 de Dezembro de 2013 at 15:08
    • Responder

    Prova no Início da profissão, por uma grupo independente.

    • Pedro Ramos on 9 de Dezembro de 2013 at 15:44
    • Responder

    O que os médicos fazem, sendo uma prova de avaliação é, mais correctamente, uma prova de seriação para saber qual a ordem de escolha da especialidade. Isto é, um licenciado em medicina que tenha 0 (zero) nessa prova, continua a ter o acesso à profissão garantido, simplesmente é o último da lista a escolher a especialidade em que irá exercer a medicina.
    Nada mau…também queria assim para nós.

      • Ana on 9 de Dezembro de 2013 at 19:33
      • Responder

      Posso estar enganada, mas pensava que para exercer medicina era necessário estar inscrito na ordem dos médicos. Pelo que, pelo menos, teria de passar na prova de acesso à ordem. Mas como disse, não tenho a certeza que assim seja.

        • drika on 9 de Dezembro de 2013 at 20:00
        • Responder

        Ana, é como diz o Pedro Ramos! Sem nenhuma dúvida.

          • Ana on 9 de Dezembro de 2013 at 20:34

          Então, só os professores é que não poderiam exercer caso existisse uma prova! O que é fantástico é haver tantos colegas que o defendam…

    • PM on 9 de Dezembro de 2013 at 17:36
    • Responder

    Achar que é necessário uma prova para acabar com a iniquidade entre candidatos de várias universidades é uma tanga… a prova n vai ordenar ninguém… apenas exclui quem n for aprovado, logo a suposta iniquidade mantém-se. Por outro lado, todos tivemos professores, orientadores, disciplinas, cadeiras em que foi mais fácil ou difícil tirar boa nota… n me parece que as diferenças sejam assim tão assombrosas… Finalmente… o principal motivo para eu achar que a prova n faz sentido é que pretende-se avaliar a minha competência com provas escritas, quando realizei um ano de profissionalização onde a minha PRÁTICA pedagógica foi constantemente avaliada. Não me parece que faça particular sentido aplicar a prova precisamente a quem acabou de terminar essa profissionalização…


  1. Concordo com o João Coutinho; esta prova, nos moldes que foi posta, é como um jogo de futebol em que, após o intervalo, o árbitro resolvesse mudar as regras!
    Ela será importante para uma aferição de notas (pois é por todos sabido que muita faculdades e escolas superiores inflacionam as notas) mas terá de ser uma regra aplicada desde o início e conhecida por todos que estão prestes a iniciar a sua profissão.

    • Quim Barreiros on 9 de Dezembro de 2013 at 18:49
    • Responder

    Concordo com o João Coutinho!!! Nem mais… nós que por aqui andamos há mais tempo já levamos muito: tanto de alunos, de pais de alunos…. contornamos as situações da melhor maneira .

    • Luisa Novo on 9 de Dezembro de 2013 at 19:11
    • Responder

    A prova só iria acabar com a diferença entre candidatos, se a graduação fosse feita a partir do resultado obtido nessa prova e não com a nota do curso. Penso que algo do género já acontece (ou acontecia, não sei se mantém) em França. Durante o curso não há notas, são somente aprovados ou não aprovados nas disciplinas. No final d0 curso, fazem um exame nacional, e são graduados/colocados pela nota que obtiveram.

    • Luisa Novo on 9 de Dezembro de 2013 at 19:17
    • Responder

    Os advogados não tiram o curso de advocacia, mas sim de direito. Se não passarem no exame da ordem não ficam impedidos de exercer direito, como jurista p.e. É um bocado diferente, penso eu de que… 🙂

    • Ana on 9 de Dezembro de 2013 at 19:30
    • Responder

    Fazer uma prova faz sentido se, pela aprovação, houver direito a algo. Com os advogados, médicos, etc. é assim. Mediante a aprovação e graduados de acordo com a classificação da dita cuja, podem exercer advocacia, podem escolher a especialidade, podem assinar projetos… qualquer coisa… Aqui não vejo qual a intenção. Não há vagas nos quadros. Logo não vão abrir vagas para os recém licenciados, provavelmente, nem daqui por 20 anos. Então qual é o interesse? Quando houvesse lugar para um concurso de recém licenciados, ou seja, no dia de São Nunca, aí faria sentido.

    Relativamente às médias inflacionadas. Claro que as há. Claro que há universidades mais exigentes, outras menos. Mas ocorre, transversalmente, para todas as profissões. E nem todas têm prova. Um engenheiro pode trabalhar uma vida inteira sem nunca estar inscrito na ordem, assim como um licenciado em direito e muitos outros casos. Relativamente aos professores não é nada disso que se passa… só teria paralelo com a medicina e, sinceramente, acho que são situações diferentes… não costumo abrir alunos ao meio pelo que se cometer um erro o pior que pode acontecer é o aluno saber uma milésima a menos do que deveria. Não morre ninguém por isso pelo que não necessito obrigatoriamente da ordem para me proteger.

    E mais… as pessoas quando escolheram as universidades para estudar sabiam ao que iam…. sabiam que iam para um curso “difícil” ou mais acessível…. Foi uma escolha pessoal. Se não sabiam deveriam saber. As consequências são que alguns estão mais bem preparados (o que é uma vantagem) e outros têm melhor média (o que também é muito benéfico…). Mediante a conjuntura, o peso de cada uma vai variando.

    • Tu e Eu on 9 de Dezembro de 2013 at 19:55
    • Responder

    Se as notas são inflacionadas, o IGEC e a A3ES que façam a função para a qual existem e auditem e inspecionem regularmente as instituições.
    Têm medo de quê?
    De perder amigos que trabalham nas mesmas?

    • paulo on 9 de Dezembro de 2013 at 20:33
    • Responder

    O coutinho acima e o arlindo, se concorda com o coutinho, tb, andam muito pouco informados, a meu ver, pois em ambos os casos, a prova não impede o exercer da profissão, para além do que, os médicos e os advogados com vários anos de serviço nunca a fizeram nem a irão fazer. que mania de comparar. sabem qts médicos saem das universidades? sabem qts professores sairam neste ultimos 20 anos?pensem um bocado e ficam com a noção porque somos tão maltratados!

    • Pinto on 9 de Dezembro de 2013 at 22:40
    • Responder

    O mal da formação docente está nas universidades privadas. Acabem com elas e está o problema resolvido.


    1. Apoiado.

      Melhor exemplo são as especializações em ensino especial em 6 meses (e sem estágio)

    • Carlos on 9 de Dezembro de 2013 at 23:06
    • Responder

    Eu discordo, pelo seguinte: fazer provas retroativas apenas disciplinam o mercado de trabalho, no sentido em que apenas se excluem números das estatísticas de desempregados, demovendo-se as pessoas de enveredar pela profissão. Contudo, os professores farão sempre falta ao sistema, uma vez que existirão sempre situações que conduzem à substituição de um docente. Faria mais sentido, pelo contrário, disciplinar-se a oferta de cursos de formação de professores e parametrizarem-se pré-requisitos. Por outro lado, afigura-se pertinente elevar a nota mínima de acesso. Uma prova no início do curso faria todo o sentido. Quanto à avaliação de desempenho docente é fundamental melhorá-la e promover mais eficazmente ações de formação mais direcionadas para práticas pedagógicas e científicas concretas. Quanto a esta Prova, já nem posso ouvir falar nela, espero que seja ABOLIDA, jogada no lixo, porque é um embuste!


  1. […] que não posso concordar com a posição do Arlindo que subscreve a de João Pereira Coutinho (e também não concordo com aquela janela que agora nos obriga a esperar antes de entrar no […]

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