Recúos

Sobre o problema identificado neste post.

Porque a maldade muitas vezes é feita por quem está mais próximo dos professores.

 

Caros colegas
Na reunião ocorrida dia 16/1/2013 entre os representantes dos CFAE e o Senhor Secretário de Estado foi esclarecida a situação da duração das aulas observadas nos ciclos anteriores, «entendendo a tutela que os docentes foram avaliados de acordo com a legislação em vigor pelo que se consideram “observados” mesmo que o período não tenha perfazido os 180 minutos».

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16 comentários

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    • António Vinhas on 19 de Janeiro de 2013 at 22:52
    • Responder

    O perfazido é que me mata!…

    • orquídea on 19 de Janeiro de 2013 at 23:36
    • Responder

    perfazido???????!!!!! Valha-me a santa!


  1. O que é o CFAE?

    “perfazido”?!
    Nossa Senhora!


  2. e depois de tudo, ainda acrescentam um “perfazido”… Senhores, onde vai parar o mundo?! enfim

    • António Vinhas on 20 de Janeiro de 2013 at 11:06
    • Responder

    Talvez Centros de Formação de Associação de Escolas?

    • l.o.-.o.l on 20 de Janeiro de 2013 at 11:43
    • Responder

    Há recuos bem mais interessantes que este!

    O Sr. Arlindo vai achar um piadão ao recuo do MEC em relação à anulação dos contratos de docentes nas ecolas TEIP.
    Tudo decidido pelo tribunal para que não haja dúvidas!

    Parece que os Srs. Diretores TEIP eram os únicos que tinham razão!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Nem MEC, nem Arlindos, nem FNEs, nem chatologos, ……

    lol lol lol


    1. Não teriam toda a razão como bem sabes. E é consciência de cada um saber de que lado está a razão.

      • António Vinhas on 20 de Janeiro de 2013 at 15:27
      • Responder

      Os Srs. Diretores que colocaram a concurso horários com critérios que privilegiavam os docentes que já tinham lecionado nessas escolas sabiam que estavam a cometer uma irregularidade e, mais greve, sabiam que estavam deliberadamente a violar pincípios constitucionais básicos incorrendo em práticas de favorecimento pessoal e nepotismo. Sabiam e não têm razão, nunca tiveram! O que o tribunal fez foi acautelar preventivamente os docentes que tinham assinado contratos cuja irregularidade não era da responsabilidade deles. O único critério deverá ser a graduação profissional e jamais os desejos voláteis dos Srs. Diretores que não estão mandatados para recrutarem quem lhes apetece para as escolas públicas! Não estão, nem nunca estarão! Os que o pretendem que aproveitem a boleia de relatórios de FMIs para a criação de escolas privadas que serão sua propriedade. E, mesmo nesta situação, a escolha será sempre supervisionada pelo Estado!

      • l.o.-.o.l on 20 de Janeiro de 2013 at 19:49
      • Responder

      Não Sr. Arlindo, os diretores TEIP têm toda a razão e devia sabê-lo desde o momento que os utilizou juntamente com MEC e FNE como bode expiatório para o elevado número de docentes desempregados. Há 3 anos atrás as TEIP ficaram fora do concurso nacional e levaram com os professores menos experientes, por razões pedagógicas o DL 132 previa continuidade pedagógica e só o Sr. Secretário de Estado que o Sr. Arlindo e FNE bem conhecem (deduzo eu, sabe-se lá poquê ;)) resolveram gerar toda esta contra-informação anti-diretores TEIP, que apenas se limitaram a defender aquilo em que acreditam e o melhor para os Agrupamentos que representam.
      Lembra-se, de quando dizia que ainda se ía rir disto tudo?
      Sabia perfeitamente a politiquice que andavam a tramar… mas a razão no final acaba por aparecer!
      Ria-se e já agora “dança! dança!” o seu destacamento a 100% para tratar destas tramoias continua assegurado!
      lol lol lol

        • António Vinhas on 20 de Janeiro de 2013 at 20:22
        • Responder

        Mas qual razão?!! O fanatismo talibânico já contamina professores? Basta ler o decreto-lei que regula o concurso e o aviso de abertura. No entanto, para que não surjam interpretações talibânicas, aceito que o critério de contratação deverá ser exclusivamente o da graduação profissional. E acabemos com as renovações de contratos que prejudicaram dezenas de colegas, obrigando-os a deslocarem-se para longe de casa só porque as escolas decidem renovar com quem lá está. Estamos na talibânia ou em Portugal? Concursos de professores centralizados numa plataforma eletrónica da responsabilidade do ME e com um único critério: graduação profissional!

          • l.o.-.o.l on 21 de Janeiro de 2013 at 18:16

          Não estava a falar consigo, Sr. Silva! Nem me parece que perceba do que se fala (escolas TEP). Tivesse o Tonho um tempinho de experência em gestao escolar (nomeadamente TEIP) e talvez fosse por princípio uma pessoa educado e ambém percebesse a linha que se iniciou em termos legislativos..

          • António Fernando Silva Vinhas on 22 de Janeiro de 2013 at 18:06

          Eu sei que não estava a falar comigo, excelência! Mas existe alguma lei não escrita que me impeça de comentar os posts que eu quiser, excelência? Devo desde já esclarecer que não faço a mínima ideia de quem seja o autor deste blogue, mas admiro-o por ter colocado a nu as diversas irregularidades desses concursos. De facto, tenho zero dias de serviço em gestão escolar – e terei sempre! – pois jamais pertenceria a um órgão desses. Para terminar, veja se regressa à sala de aulas e deixe o gabinete de gestor escolar, aprenda um pouco de português e, se é bípede, identifique-se através do seu verdadeiro nome, excelência!

          • António Fernando Silva Vinhas on 22 de Janeiro de 2013 at 18:11

          Esqueci-me das TEP! Julgo que é o Teatro Experimental do Porto do grande António Pedro! Acertei?

    • mc on 20 de Janeiro de 2013 at 11:46
    • Responder

    Perfazido…
    Como ensina quem assim escreve?
    Como tomam decisões e/ou opinam sobre procedimentos que comandam as nossas vidas?
    Será de acordo com o acordo?

    • Esse Mesmo on 20 de Janeiro de 2013 at 15:23
    • Responder

    que maus, ninguém é perfeito …


    1. Ninguém é perfazido, querias tu dizer? 😀

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