Nas Capas dos Jornais de Hoje

Estou curioso para saber qual a fonte destas notícias, se do relatório do FMI ou de alguma fonte oficial do MEC.

 

No Jornal de Notícias

Docentes excedentários vão para escolas privadas financiadas pelo Estado

jn

 

No Diário Económico

Governo vai acabar com horários reduzidos dos Professores

 

DE

Seguir:
arlindovsky
Seguir:

Latest posts by arlindovsky (see all)

Link permanente para este artigo: http://www.arlindovsky.net/2013/01/nas-capas-dos-jornais-de-hoje/

25 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • luis on 11 de Janeiro de 2013 at 0:57
    • Responder

    Estão a atirar barro à parede a ver o que cola

    • Tareco on 11 de Janeiro de 2013 at 1:35
    • Responder

    luís….um exemplo da ingenuidade séria ou disfarçada para fazer o frete ao governo!

    • Tareco on 11 de Janeiro de 2013 at 1:37
    • Responder

    CONTINUEM A ATACAREM-SE UNS AOS OUTROS

    novos contra velhos,
    não sindicalizados contra sindicalizados

    910 contra 675- 675 contra 910

    e o raio que vos parta que muitos de vós são culpados disto tudo,

    que os g f d p ficam muito agradecidos!

    • Tareco on 11 de Janeiro de 2013 at 2:17
    • Responder

    http://economico.sapo.pt/noticias/reducao-dos-horarios-para-professores-vai-acabar_160025.html

    O Governo vai acabar com a redução do horário em sala de aula (redução da componente lectiva) para os professores no topo de carreira. Segundo fonte do PSD esta é uma medida que está a ser trabalhada há seis meses pelo Executivo e que faz parte da reforma do Estado, na qual o Ministério da Educação terá de atingir uma poupança de mil milhões de euros.

    A intenção do Governo ainda não foi apresentada aos sindicatos através de uma proposta oficial, mas o dirigente da Fenprof, António Avelãs, confirmou ao Diário Económico que o sindicato “já recebeu indicações, pouco claras, do Ministério da Educação de que há a intenção de acabar com a redução da componente lectiva”. Além disso, esta pode ser uma das medidas que vai ser discutida na próxima reunião, entre os sindicatos da Função Pública e o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, agendada para dia 21 deste mês.

      • Miguel Castro on 11 de Janeiro de 2013 at 2:25
      • Responder

      Uma medida que já previa que viesse mais tarde ou mais cedo acontecer! Sempre o disse.
      Vai ser o golpe final! Ou será que ainda não é o final?

    • Helder R. on 11 de Janeiro de 2013 at 8:34
    • Responder

    Bem feita!!! Votaram em peso neste governo, aguentem-se!!! Aquando da avaliação até plenários faziam nas escolas…quiseram correr com o outro para Paris, agora este quer correr convosco!!!

      • apvm on 11 de Janeiro de 2013 at 15:01
      • Responder

      és uma besta de merda

        • Helder R. on 13 de Janeiro de 2013 at 12:01
        • Responder

        Besta és tu! Se te sentes atingido é porque foste um dos asno a votar PSD…fica sabendo oh asno que é ideologia desse partido o incentivo à iniciativa privada e corte nas funções do estado e sociais. Não sabias? Lê o programa do partido que está lá escrito! Agora, aguenta e aproveita o tempo livre do despedimento que irás ter, para te cultivares e aprenderes noções básicas de política. Vai estudar para nunca mais, na tua vida, cometeres erros destes.

    • Vitor Agostinho on 11 de Janeiro de 2013 at 8:52
    • Responder

    Nesse caso também os lugares dessas escolas deviam entrar na contratação inicial, nas RR e nas OE. Equidade é isso!

    • ana on 11 de Janeiro de 2013 at 12:45
    • Responder

    eu entendo que haja a necessidade de redução de horário, é uma profissão desgastante, os miúdos são cada vez mais difíceis de lidar, etc, etc…mas daí até, à redução de horário, se juntar turmas mais fáceis, a não atribuição de direcção de turma porque não se quer, o melhor horário porque se quer, o dia “sem componente letiva” …há que pensar bem melhor nas funções a atribuir aos professores; e isto é culpa também das direções das escolas, que continuam a facilitar estas situações. Um caso muito frequente é as DT serem atribuidas a contratados, que muitas vezes são colocados muito tarde, e que não darão a continuidade à turma.

      • Ana Martins on 11 de Janeiro de 2013 at 21:25
      • Responder

      Ora aí está Ana! Se realmente as pessoas com redução de horário fossem utilizadas na escola ( e há muita coisa para fazer sem ser dar aulas), desempenhando outras funções, aí talvez as coisas não estivessem assim. Talvez a imagem negativa dos professores que existe não se tivesse generalizado. Em muitos escolas estes colegas com tanta experiência e valor não são aproveitados. Sei de muitos que têm à volta de 14 tempos letivos… e mais nada. Nem direção de turma, nem qualquer cargo, nem qualquer função… terminam as aulas com as suas turminhas e… siga para casa. Mas recebem vencimento de 35 horas. Acho que com a idade deve existir redução de horário letivo, só que o profissional não deve ser enviado para casa, devem ser-lhe distribuídas outras funções para além das 14 horinhas de tempos letivos.

        • Pinho on 12 de Janeiro de 2013 at 1:56
        • Responder

        Há quanto tempo não entra numa escola? Ou então sugiro-lhe que denuncie essas escolas, pois é obrigatório ter pelo menos 25 tempos presenciais nas escolas (na minha todos têm, mesmo os que só dão 14 horinhas de aulas. Têm que fazer alguma coisa nas outras 11. Agora lembro-me de no tempo em que tinha 22h no horário, e se saltava de escola em escola, haver professores com esses privilégios, só que esses já estão todos na reforma, nem 14h têm.

          • Ana Martins on 12 de Janeiro de 2013 at 14:45

          Caro colega Pinho nunca saí das escolas em 20 anos. Mas que os há há, isso lhe garanto. Ainda há pessoas a passar na escola apenas 14 horinhas sem maias nada para fazer… é esse o serviço distribuído. Eu até acho que todos os docentes deveriam passar as 35 h por semana na escola. Depois da componente letiva iriam para o seu gabinete e alí preparariam as aulas, classificariam os testes, etc. Teriam a vantagem de não levar trabalho para casa, nem gastar electricidade a mais em casa, nem ter obrigatoriamente computador em casa e impressora… concordam, aderem?… vamos lá!!

        • José Fernandes on 13 de Janeiro de 2013 at 18:41
        • Responder

        Diga, por favor, onde há professores cujo serviço na escola se resume a 14 horas letivas. Sob pena de ser justamente acusada de deitar poeira para os olhos dos outros e, pior, de ser mentirosa.
        Ah! E de ajudar as autoridades educativas a punir os prevaricadores.

      • Célia on 11 de Janeiro de 2013 at 21:46
      • Responder

      Não sei em que escola dão aulas ou se dão realmente aulas. É que na minha escola passa-se exatamente ao contrário. São os da casa (os mais velhos, portanto) que têm as direções de turma e os cargos. Só se não for possível é que não há continuidade pedagógica no ano seguinte. Acho que se fala muito com desconhecimento de causa dos professores e da função pública em geral. O melhor é informarmo-nos primeiro antes de generalizarmos para não cometermos injustiças.

        • Ana Martins on 12 de Janeiro de 2013 at 14:39
        • Responder

        Cara colega é claro que não generalizo. Estou a falar de casos que conheço e olhe que são alguns, em algumas escolas. E volto a afirmar, em algumas escolas há muitos colegas que apenas leccionam as 14 horinhas de aulas e não fazem mais nada o resto da semana. Claro que não é “culpa” deles, é o horário e serviço que lhe distribuem!!

          • Pinho on 13 de Janeiro de 2013 at 19:04

          Cara colega Ana.
          Na minha escola não é assim, nem em nenhuma que eu conheça.
          Não excluo a hipótese de alguém bem apadrinhado poder beneficiar disso.
          Portanto, até por respeito à classe e para não ser acusada de corporativista ou mesmo cúmplice, diga aqui o nome da escola que eu contacto a inspeção e peço para essa escola ser investigada.

          E digo-lhe mesmo que a tutela nunca aceitaria um horário que só tivesse marcadas 14h presenciais na escola.

        • C3PO on 12 de Janeiro de 2013 at 18:33
        • Responder

        Digo e reforço o que a colega diz ” O melhor é informarmo-nos primeiro antes de generalizarmos para não cometermos injustiças.”

        Na minha Escola muitos desses professores até dia livre têm, passam umas horitas a ver se há substituições para fazer (e já assisti a “vou tomar café qualquer coisa peçam para ligar”)

        Há Escolas e Escolas mas lamento dizer-lhe Célia que a maioria não é como a sua… não digo que não hajam muitas mas não são a maioria….

          • Pinho on 13 de Janeiro de 2013 at 20:14

          Na minha escola os professores fazem 2 a 4 tempos por semana de substituições.
          Na sua não? E quando não há ninguém para substituir, ficam a trabalhar no que lhe apetecer (preparar aulas, corrigir testes, net e o mais que lhes aprouver). opõe-se a isto? Acha que não havendo professores a faltar deviam ir ajudar noutro lado? Onde? No bar? Diga lá como é que fazia se fosse chefe, estou curioso.


  1. Estou a pensar mal ou se a hora da entrada passar a ser as 8 horas e o tempo letivo de 60 minutos ( ou 55, vá) não é preciso mexer muito nas reduções?
    22h = 1320 min; aulas de 60
    18 h = 1080 min ( ex?s) aulas de 60
    vs 24 = 1080 atuais.. etc. —-aulas de 45

    sim? não?

    • ana on 13 de Janeiro de 2013 at 22:40
    • Responder

    olá
    quando eu falei que há que repensar nas funções a dar aos professores, é com conhecimento de causa, uma vez que sou professora…e claro que não podemos generalizar, há escolas que funcionam muitissimo bem, há outras que não, e daquelas que ja passei nos uçtimos 10 anos, claramente as que funcionam mal são a maioria, mas reafirmo que também ja passei por escolas em que as DT eram dadas aos prof do qudro, pois dariam continuidade, em que havia “dia sem compenente lectiva” para todos os prof e ainda havia os horarios com a 6ºftarde livre para os contratados, pois normalmente vinham de fora….

      • Ana Martins on 14 de Janeiro de 2013 at 18:44
      • Responder

      Olá
      Quem anda há umas décadas nisto e já passou por dezenas de escolas diferentes, depressa conclui que há escolas a funcionar de maneira bastante diferente. Umas onde os cargos são dados prioritariamente aos professores do quadro, outras onde estes são poupados, umas onde os horários mais favoráveis (dias livres / tardes livres) são dados aos colegas do quadro mais velhos porque estes têm muita influência na escola e os horários que sobram aos professores mais novos, umas onde os colegas mais experientes ficam com as turmas mais complicadas porque geralmente conhecem o meio socio/económico/cultural local, outras onde estes são protegidos e as turmas mais trabalhosas são distribuídas aos novatos que só vão estar um ano e muitas vezes nunca mais voltam, umas onde apenas se cumprem as 14 horitas de aulas, outras onde para além da componente letiva tem de se dar horas de substituições e afins… há de tudo! Depende da direcção… que é quem distribui o serviço!

        • Pinho on 14 de Janeiro de 2013 at 19:42
        • Responder

        Não discuto a questão dos horários melhores.
        Quanto aos cargos, só o de DT pode ser distribuído aos contratados (havendo quadros disponíveis). Não conheço mas acredito que em algumas escolas aconteça o que diz. Onde falha é ao dizer que alguns têm apenas as 14 horitas de aulas e mais nenhum serviço atribuído., pois isso é ilegal, e é apanhado sem qualquer problema pelo inspector mais cegueta ou na exportação para a MISI. Na minha escola, mais do que uma vez que foi preciso mostrar tudo ao inspector, pois por erro ao preencher as fichas não puseram no horário de um colega um qq cargo e o horário ficava ilegal (no caso era apenas erro administrativo ao preencher as burocracias para a MISI, se fosse real dava processo)

          • Ana Martins on 16 de Janeiro de 2013 at 19:51

          E se o horário que está na MISI não for exatamente igual ao que é entregue ao docente? Talvez o horário na MISI esteja totalmente correto e à prova de erros e o do docente apenas tenha as aulas dadas às suas turmas… sem horas de substituição, sem apoios, etc… quem sabe… talvez…

    • Pinho on 16 de Janeiro de 2013 at 23:27
    • Responder

    Se for assim, quem tiver carácter deve denunciar.
    Nunca estive numa escola em que isso acontecesse. Se estivesse, não me ficava.

Responder a jak Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores:

x
Gosta do Blog