29,326

De acordo com as listas definitivas de ordenação dos docentes à contratação do ano lectivo 2011/2012 que se encontravam na 1ª prioridade ao concurso de contratação o candidato nº 600 depois de ordenada a lista por graduação profissional e retirados os candidatos duplicados encontra-se com uma graduação de 29,326.

Este dados apenas tiveram a preocupação de verificar o tempo de serviço dos 600 docentes mais graduados  na 1ª prioridade em 2011/2012, independentemente do grupo de recrutamento que faziam parte.

 

Da lista dos 600 docentes contratados em 1ª prioridade com mais graduação a distribuição por anos de serviço é a seguinte:

 

anos

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9 comentários

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  1. 29,326?!! xiii!

    • Tareco on 21 de Dezembro de 2012 at 12:43
    • Responder

    600 vagas- QUAL A EXPLICAÇÃO OFICIAL PARA SEREM

    600 VAGAS?

    A explicação do secretário de Estado Casanova de Almeida sempre foi que existiria uma vaga por cada horário completo requerido pela escola consecutivamente de 2009 até ao presente ano. 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀

    Na “minha” escola há pelo menos 8 vagas sempre ocupadas por contratados.

    (fazem de nós parvos e nós comemos)

    http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/e-uma-brincadeira-de-mau-gosto-do-ministro

    • Tareco on 21 de Dezembro de 2012 at 12:44
    • Responder

    Portanto. Arlindo, parece que o critério está decidido: VAGAS EM ESCOLAS COM 4 ANOS DE CONTRATO

    • JB on 21 de Dezembro de 2012 at 12:45
    • Responder

    Boas perspectivas portanto… 600 é número à construtor civil.

    • Bee on 21 de Dezembro de 2012 at 13:00
    • Responder

    mas não estão excluídos os que têm mais de 10 anos de serviço. ouvi ontem no telejornal?

    • João on 21 de Dezembro de 2012 at 13:09
    • Responder

    A esmagadora maioria dos 600 que terão possibilidades de vincular estão no ensino público há 1 ou 2 anos. E isto é justo? Somos todos professores, é certo, mas os lugares do privado não estão sujeitos a concurso, logo fica lá quem o diretor quer, toda a gente sabe disso. Por isso, não acho justo que passem à frente dos que têm muitos anos de público.

  2. um prof. de pois de 30 anos a contrato estará interessado em deixar de o ser???

    • Matilde C. on 21 de Dezembro de 2012 at 19:13
    • Responder

    Arlindo vou dar-lhe uma sugestão: acrescente na coluna da esquerda “anos de serviço no privado = cunha”… Estou farta deste país sem lei, sem princípios, sem justiça, chicos espertos… Parabéns aos sindicatos que destruíram a proposta do MEC (que favorecia quem trabalha há décadas no público), é ridículo agora o papel de indignados.

  3. Bem, se o nº for realmente de 600, então que sejam os 600 colegas mais graduados a nível nacional independentemente do grupo de recrutamento.

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