A Vinculação “Extraordinária” do Dia de Hoje

Diferentes perspectivas existem das negociações com o MEC na reunião de hoje sobre a vinculação extraordinária.

 

No site da Fenprof lê-se que o MEC desistiu da Vinculação extraordinária e no site da FNE diz-se que o MEC amplia a possibilidade de admissão a concurso para todos os docentes que tenham tido colocação em qualquer um dos três anos letivos anteriores.

Resta aguardar pela proposta de hoje para perceber as alterações que existiram à primeira proposta de Vinculação Extraordinária.

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21 comentários

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    • Vítor Agostinho on 5 de Novembro de 2012 at 19:27
    • Responder

    Estas negociações vão fazer com que os colegas que vêm do privado e apenas deram umas aulecas no público possam concorrer. Parabéns!

    • Petess on 5 de Novembro de 2012 at 19:38
    • Responder

    Triste… mas nada que não esperasse! 🙁

    • caloira910 on 5 de Novembro de 2012 at 19:47
    • Responder

    E o que o Sipe diz é o seguinte:
    “Da reunião realizada no MEC, hoje, 5 de novembro, em Lisboa, a principal conclusão que pode retirar-se é que o MEC decidiu abandonar a ideia de criar um regime de vinculação extraordinária de docentes. Este concurso externo será anterior ao que se prevê para 2013, não havendo ainda data definida para a sua realização; A ele poderão concorrer todos os docentes que tenham trabalhado, ainda que apenas 1 dia, nos últimos 3 anos, em escolas públicas, sendo excluídos os que, nesse período, apenas exerceram funções em estabelecimentos públicos sob outras tutelas. A entrada nos quadros / carreira dependerá da obtenção de vaga, sendo a dotação fixada por portaria do MEC com a chancela do ministério de Vítor Gaspar; Os candidatos continuam a ser obrigados a concorrer a todas as vagas, o que significa um âmbito nacional. Um eventual reequacionar deste âmbito nacional, pode passar por alargar o âmbito a que estão obrigados hoje a concorrer os docentes dos quadros de zona pedagógica; Os docentes que obtiverem vaga passarão à categoria de professores de carreira, contudo, ficarão numa “subcategoria” para quem o tempo de serviço não releva para efeitos de integração e progressão. Caso algum dos docentes que obtenha vaga venha a desistir ou a não aceitar a colocação, essa vaga não será recuperada; Se algum destes docentes, entrando na dotação global de vagas, não obtiver colocação em escola ou agrupamento no concurso interno, ficará sujeito a mobilidade (DACL) no âmbito nacional;

    • Ed on 5 de Novembro de 2012 at 19:49
    • Responder

    Muitos dos colegas do privado estavam com contrato de associação e eram pagos pelo estado! Ensinavam as mesmas matérias, os mesmos curriculos! Porque não terem as mesmas oportunidades?

      • PingPong on 5 de Novembro de 2012 at 20:00
      • Responder

      Talvez porque não obtiveram o lugar através de um concurso público, ou não acha que também devíamos todos ter a “mesma oportunidade” de acesso a esses lugares??

        • Vítor Agostinho on 5 de Novembro de 2012 at 20:02
        • Responder

        O que o/a PingPong diz é a mais elementar das verdades!

        • Ed on 7 de Novembro de 2012 at 10:56
        • Responder

        É verdade que sim! Mas o colega entregou currículo em estabelecimentos privados quando acabou o curso? Esforçou-se por conseguir emprego num estabelecimento privado quando não conseguia no público? Sujeitou-se a trabalhar a qualquer hora do dia ou da noite e a fazer todo o tipo de trabalhos que lhe mandavam, mesmo não tendo nada a ver com docência? Repito, nos estabelecimentos privados com contrato de associação, é o estado que paga o ordenado dos professores e não o “privado”: o patrão é o mesmo! A diferença é o grau de exigência e o trabalho extra que lá se tem e o facto de estas escola serem privadas! Mas um professor do privado tem as mesmas responsabilidades, o mesmo programa, as mesmas exigências dos colegas do público! O colega não deixa de ter alguma razão, mas também não está, de todo, certo! Estamos perante o velho problemas dos professores: desunião e conflitos em vez de União e Paz!

    • oleg on 5 de Novembro de 2012 at 20:00
    • Responder

    Ao alargar o leque o que se fez é tornar esta vinculação num concurso ordinário. Mas em que as regras são as piores de sempre. Obrigando a concorrer a todo o território e permitindo ao MEC enviar-nos para DACL a nível nacional. Passamos de contratados a quadros de 5ª categoria. Acabem com isto já!


    1. Concordo! Esta proposta é um desplante, afronta e desrespeito de todo o tamanho!

    • tt on 5 de Novembro de 2012 at 20:12
    • Responder

    Continuo a temer, cada vez com mais razões, que mais este caldinho MEC / FNE esteja a ser preparado, não de acordo com a lei, mas de acordo com compromissos “insondáveis”.


  1. eh eh..Gostei particularmente da perspectiva da FNE…sim senhor! Concurso alargado a todos!!!
    Grande vitória!
    Sem compromisso de resolver a situação dos contratados de longa duração, sem indicação de número de vagas, ficando tal aspecto ao critério de Gaspar, logo poucas serão, não havendo sequer possibilidade de recuperação de vagas, creio que concorrem 8 000 ou 20 000 pouca diferença faz!

    • muadib_ogame24@hotmail.com on 5 de Novembro de 2012 at 20:41
    • Responder

    pois,
    contestação da proposta inicial, quando se vai muita vez à fonte corremos o risco de partir a “cantarinha”, realmente somos uma classe sem classe. É petições contra esta “vinculação extraordinária”, é exigências e mais exigências (sem antes terem dado coisa alguma), enfim, 1º obtém-se algo e após estende-se o leque. Comentário “Só temos o que merecemos”, quando me reformar, (Só faltam 16 anos para os 65), serei ainda contratado e farto de aturar pseudo intelectuais. (e ainda por cima com menos tempo de serviço que eu).
    Zeh dos Plasquitos.

    • Clio on 5 de Novembro de 2012 at 21:16
    • Responder

    P A L H A Ç A D A

    • FarinhaDoMesmoSaco on 5 de Novembro de 2012 at 22:10
    • Responder

    Vergonhoso!!! Acabe-se com esta palhaçada e abram as vagas no próximo concurso externo 13-14.

    “Os candidatos continuam a ser obrigados a concorrer a todas as vagas, o que significa um âmbito nacional.”

    “Os candidatos continuam a ser obrigados a concorrer a todas as vagas, o que significa um âmbito nacional.”

    “Se algum destes docentes, entrando na dotação global de vagas, não obtiver colocação em escola ou agrupamento no concurso interno, ficará sujeito a mobilidade (DACL) no âmbito nacional;”

    Âmbito nacional para concorrer… e também em DACL?! E a FNE vai nesta cantiga?! Tenham vergonha e respeitem quem já trabalha há muitos anos nesta profissão!!!

    • FarinhaDoMesmoSaco on 5 de Novembro de 2012 at 22:20
    • Responder

    Se é para isto, deixem ficar tudo como está atualmente!!!!

    • C3PO on 5 de Novembro de 2012 at 22:41
    • Responder

    Acho que o que a FarinhaDoMesmoSaco diz é o mais lógico, fica tudo como está, entre o que temos e abrir este concurso no mínimo “Manhoso” mais vale o que tínhamos.

    Os Sindicatos se querem mostrar serviço têm é que fazer pressão para o MEC cumprir a lei no que se refere aos sucessivos contratos e a vinculação e mais nada!

    • maria on 5 de Novembro de 2012 at 23:40
    • Responder

    oleg

    DACL = DOCENTE COM AUSÊNCIA DE COMPONENTE LECTIVA = HORÁRIO ZERO

      • oleg on 6 de Novembro de 2012 at 9:46
      • Responder

      ????? Qual a dúvida? Todos sabemos que em concursos anteriores muitos colegas que entraram em QZP, ficaram imediatamente em DACL, por falhas no apuramento de vagas. Ser obrigado a concorrer a DACL a nível nacional é uma possibilidade para quem entrar no quadro nacional, mas depois não conseguir obter horário.

    • o.o.o on 6 de Novembro de 2012 at 9:46
    • Responder

    “Proposta do MEC para vinculação de contratados continua incompleta e não repõe a legalidade” diz a FNE

    A obrigação da FNE é recusar esta proposta medonha que mais não é do que um comum/ordinário concurso externo que de extraordinário só tem mesmo um conjunto de consequências tremendamente penalizadoras para os futuros vinculados e classe.
    O que se espera é o apoio da FNE no recurso ao tribunal europeu, estarão dispostos? Não fiquem à sombra das cotas da “velha guarda”, brevemente esses deixarão de contribuir e não vos sobrará grande apoio…


  2. Quando eu era pequenina, havia uma novela que era o Casarão. Havia uma personagem que passava a vida a mexer numa banheira cheia de merda, à procura da pedra filosofal.
    Quanto mais os sindicatos mexerem nesta banheira, pior. Digo eu.

    • Farinha on 6 de Novembro de 2012 at 16:49
    • Responder

    Concordo plenamente com O.O.O

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