«

»

Set 25 2012

Imprimir Artigo

Falta de GPS

…da Fenprof em remeter uma irregularidade nos horários do ensino particular para um despacho normativo que apenas se aplica ao ensino público quando bastava apenas alegar o artigo 14º do CCT.

 

 

Notícia na TVI do início do mês de Setembro sobre o assunto.

Link permanente para este artigo: http://www.arlindovsky.net/2012/09/falta-de-gps/

12 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

  1. MM
    É muito, muito grave o que estas escolas estão a fazer com os professores. Ninguém imagina o massacre psicológico que se vive no dia a dia.
    Só na escola onde leciono passamos de cerca de 200 professores há dois anos para metade, ou seja 100!! E ninguém fala, nem os sindicatos, destas escolas estarem a mandar centenas de professores para a rua, e sem necessidade nenhuma!!

       1 likes

  2. ML
    Sou professora da Didáxis, uma escola com contrato de associação, e infelizmente são muitas as artimanhas que a Direção faz ao pessoal docente.
    Isto de trabalharmos 24, 25 ou 26h e sermos pagos por 22h há muito que acontece. Por outro lado, os sócios da Cooperativa recebem por 29 ou 30 horas. E desde o ano letivo anterior muitos professores (mais de 70), foram “obrigados” a assinar acordos para irem para o desemprego. Tudo para que os sócios (e mais alguns) possam continuar a receber por muitas horas… Outra das situações que levou a este boom de “despedimentos”, foi o facto da escola nem sequer cumprir com o exigido pelo MEC relativamente às cargas horárias. Posso dar o exemplo da Educação Física no secundário, em que deveriam ter no mínimo 150min. semanais e têm alternado, ou seja, se numa semana tem 150min. na próxima só têm 120min.
    Mas preparem-se que estas “ideias” não tardam a serem adotadas para TODAS as escolas!

       1 likes

  3. ...
    Na minha escola, que é publica, tem muito professor que trabalha o dia todo na escola, sem papel nenhum.

       0 likes

    1. ML
      Certamente não é professor de Português uma vez que não entendeu a questão… Não se trata de ficar a trabalhar mas horas, até porque não sei se sabe o seu horário de trabalho são 35h semanais, não são 22h. Aqui o caso é diferente, porque nós temos mesmo componente letiva, de 24 ou 26h, só recebemos por 22h e como deve compreender estamos a tirar lugar a outro professor. Percebeu agora?!

         1 likes

  4. tt
    Arlindo,
    tenho ideia que nos estabelecimentos com contrato de associação os horários, bem como a demais legislação do pubico é aplicável.
    Mais logo verei se encontro onde isso está.

       0 likes

    1. arlindovsky
      Se descobrires essa informação agradeço. No entanto o ensino particular e cooperativo é regulado por contratos coletivos de trabalho que determinam muito claramente que a hora letiva é composta por períodos de 45 minutos e que o período de trabalho pode ir das 22 às 25 horas.

         0 likes

      1. MM
        Muitos de nós acabaram de receber uma carta de intenção de despedimento coletivo. Então podemos e devemos recorrer para o tribunal do trabalho, certo Arlindo?

           0 likes

  5. Xana G.
    Arlindo, noto que muitos colegas de EV/ET se encontram perdidos em relação à forma como vão planificar a desenvolver uma disciplina desmembrada, que mantém os manuais mas que tem metas desafasadas.

    Por que não crias posts para o efeito, ou para a partilha de experiências e de documentos?

    No Agrupamento onde estou, os professores de EVT com horário 0 estão a coadjuvar os seus antigos pares pedagógicos. Noutras escolas, como estão a fazer?

    Penso que és a pessoa indicada para ajudar estes colegas. Obrigada.

       0 likes

    1. Xana G.
      Perdoem as gralhas :-)

         0 likes

  6. tt
    Estou sem tempo, agora, mas veja o artº 45 -1.
    http://www.igf.min-financas.pt/inflegal/bd_igf/bd_legis_geral/leg_geral_docs/DL_553_80.htm

       0 likes

  7. Carlos
    A preocupação do Arlindo é se oficio está bem construido.

    Publique o oficio da FNE.

       0 likes

    1. arlindovsky
      A seu tempo amigo.
      Volto a dizer que o artigo 14º do CCT é a solução ao caso e não o despacho normativo 13-A.
      Se bem que a AEEP o quisesse eliminar.

      Fazer um documento desta natureza à IGE é dar tiros nos pés.

         0 likes

Deixar uma resposta


Get Widget
Login