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Ago 20 2012

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Subcritérios por Darque

Penso que o Luís Braga não se importará de explicar se é a avaliação de desempenho que vale 50% da ponderação total nos subcritérios já que a graduação vale os restantes 50% nos critérios gerais ou se será usada duas vezes a graduação profissional uma delas com a soma de mais 1 valor para a atribuição da ponderação de 50% no subcritério da escola.

De uma maneira ou de outra esta é uma boa forma de graduar os docentes.

 

Portaria 145/A 2011, de 6 de Abril

 

 

 

 

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  • Pedro
    confuso, não?
  • Caro Arlindo, acredito que não tenha tempo de responder a todas as questões, mas aqui vai uma com esperança de resposta… na candidatura às ofertas de escola coloquei o tempo de serviço até 31 -08-12 que faz 4000 e qualquer coisa dias, mas não acrescentei o(s) ano(s) obtido pela menção da
    avaliação de desempenho, tinha de o fazer? obrigada.
    • Pedro
      Que tal leres a legislação dos concursos que diz que o tempo de serviço é até 31 de Agosto do ano anterior ao concurso? Ponham-se a colocar tempo de serviço indevido e depois não se queixem.
    • Pedro
      E não tens nada que acrescentar a avaliação. Nem sequer existe essa opção quando preenches a candidatura. Qual a dúvida? Ai…..
    • 110
      Ao colocar o tempo de serviço até 31-08-2012 corre o risco de ser excluída dos concursos, pois neste momento estamos a 20-08-2012, logo nunca poderá contar com o tempo que ainda não tem.
      • Pois mas quem acabou o contrato a 31 de julho é mais que legítimo colocar o tempo todo!
        • 110
          Eu terminei o meu contrato em julho e se colocar o tempo todo estou a prestar falsas declarações, pois não estou a cumprir o que diz a alínea i) do art.º 11º “Do número de dias de serviço docente ou equiparado avaliado com a menção qualitativa mínima de Bom, nos termos do ECD, contado a partir do dia 1 de setembro do ano civil em que o docente obteve qualificação profissional para o grupo de recrutamento a que é opositor até ao dia 31 de agosto do ano imediatamente anterior ao da data de abertura do concurso.”. Legítimo é lermos e cumprirmos a lei e concorrermos todos nas mesmas condições.
  • Lara
    Já a de Souselo (Cinfães) é do melhor… Viva o fator C!
  • Pedro
    Afinal para que serve a avaliação curricular, se depois avalia os mesmos elementos da graduação profissional?
  • MM´S
    E quem não foi avaliado ?
  • Respondo mesmo: a lei, para ser simpático, não ´e um portento de redacção. (50% de que? qual escala?). Quem for ou tiver sido comerciante e calcule IVA de PVP com base em preços de compra percebe do que falo….. (e 5% num subcritério somado a 5% e mais 25% noutro não faz 35% no total final…. matemática básica… revejam la o que sabem sobre somar factores de calculo de percentagens). E subcritério onde consta na lei? Embora a 1ª fase de chamada pela graduação seja uma vitoria importante de que me reivindico também (afinal no ano passado Darque era dos poucos sítios onde se seleccionava assim) a 2ª fase ignora que a graduação já e´ avaliação curricular (e bem concebida). Depois de muito matutar decidimos o seguinte: a graduação profissional ´e a avaliação curricular nos termos adequados ´as especificidades docentes. Assim, o 1º grupo de 5 e´ escolhido pela graduação e depois entre esses considera-se a “avaliação curricular” somando nos termos que a portaria obriga 1 valor pela AD (que se presume que os candidatos tem todos). Assim, descontados alguns efeitos matemáticos potencialmente muito raros , que seria muito complexo explicar, os candidatos serão seleccionados pela graduação…..apenas (este ano nem se considera o Tempo TEIP….) Em termos simples Resultado para ordenar candidatos= GP/2 + GP+1/2.. A graduação profissional entra duas vezes porque coerentes com os princípios (e com a decisão do CP que me manda ordenar pela graduação) achamos que ela eh a avaliação curricular mais adequada e entra porque a lei fala dela na 1ª fase…. (PS: quem não foi avaliado …coisa rarissima, tem 0 na AD mas como a GP conta matematicamente 2 vezes…..)
    • Elisabete (Liza)
      Concordo.
      P.S. o facto de não ser avaliado não é coisa raríssima não… tenho IMENSOS colegas que, infelizmente, não foram avaliados por 20 dias, 10 dias, 8 dias, … é a lei deste ano, mas tentei abrir os olhos aos contratados…
  • A formula eh realmente GP/2 + (GP+1)/2 … tudo em valores…. e para perceberem esta ultima nota sugiro a leitura de http://vistodaprovincia.blogspot.pt/2012/03/oferta-de-escola-criterios-objectivos.html escrito quando a lei ainda não o era…..
  • hugoef620
    Luis, assim não era mais fácil fazer GP+05? É que GP/2+GP/2=GP e é uma questão de décimas, no entanto não é por isso que escrevo mas sim para deixar uma pergunta: se o 132 fala de 50% da GP porque é que a mesma aparece duas vezes? Também tenho dúvidas dos 50% da entrevista ou AV. curricular (qualo valor destes 50%) mas penso que a GP não deve entrar duas vezes na mesma conta pois viria mencionada essa possibilidade no 132 e não vem. Cumprimentos
  • Para Hugoef620….. a sua formula esta errada (mas nem vou perder tempo a explicar, toda a gente acha que sabe disto mais que eu ….) e ….pois, “no 132” também vem a maturidade profissional que uma escola esta´ a usar …. ou dar peso de 20% a um curso de 50 horas ou “a aprovação da continuidade pedagógica”. A graduação profissional entra por ser citada no DL 132 e para esta escola GP e´ a forma de avaliar o currículo somando-lhe um valor para a Avaliação de desempenho que ´e obrigatório considerar (leia a portaria e antes de discutir a lei e normativos, leia-os). E ja agora ja que acha que eh ilegal …. meta-me um processo. Era engraçado uma escola que escolhe pela graduação pura e dura ser perseguida por uma fantasista ilegalidade no meio desta trapalhada toda e dos outros atropelos todos….
  • sandra r
    “Meta-me um processo”…este sr deve adormecer e acordar a pensar em processos … passa a vida a ameaçar os colegas, leia-se “subordinados” com os ditos processos.Será que está na profissão certa…não deveria ser advogado…
  • Sandrinha, sandrinha….. veja la se tem calminha e afirma so´ o que consegue provar e evite acusar em sitio publico (nome falso ´e pouca protecção para difamadores nesta era da tecnologia)…. Não me tira o sono, que estou a trabalhar, mas pode ser que se arranje algum advogado ache graça a ganhar dinheirinho consigo…. Como dizia a minha avo, não lembre pecados velhos, há por ai muita instituição de solidariedade a precisar de donativos….. E quanto ao critério que o Hugoef620 diz que eh ilegal mantenho que eh perfeitamente conforme (alias se em vez de estar preocupada em ofender-me for ler, percebe ….). Se quer atacar alguém vá ler critérios de escolas “objectivas” como as que avaliam a maturidade profissional ou acham que ter trabalhado num sitio exclui todos os restantes candidatos que não o tenham feito….. Em Darque enquanto o “ameaçador” estiver por la, selecciona-se essencialmente pela graduação profissional….
    • Daniel
      Peço ao sr. Luís ou outros senhores dominem a lei, relativamente a contratação de professores por entidades públicas, que me dêem uma pequena ajuda no entendimento de um critério acerca de um critério de seleção de um “docente/profissional” para AEC´s publicado no site da DGAE com o nº de oferta: “1039” da categoria “outros” do município da Maia.
      Como consta nesta a oferta “O candidato deve pontuar-se de acordo com as valorações enunciadas no ponto 7.1 do procedimento concursal publicado em http://www.cm-maia.pt (ver Comunicações Municipais)”.
      Fui então consultar o referido ponto 7.1 e deparo-me com esta informação:
      7.1. Habilitação
      a) Valoração de 20 pontos
      Uma das seguintes Licenciaturas (com habilitação própria para a docência) em:
      – Recursos Humanos
      – Geografia com especialização em ordenamento do território.
      b) Valoração de 0 pontos
      Outras habilitações.

      A questão que coloco é: para o posto em questão qual a grande mais valia das ditas habilitações e não outras.

      Obrigado pelo vosso tempo.

      Daniel.

      o referido procedimento encontra-se no seguinte link.

      http://www.cm-maia.pt/images/stories/drh/educacao/procedimento_concursal_tic_cidadania_2012-2013.pdf

      • Realmente fascinante…. a parte da especialização ´e engraçada se não fosse trágico exemplo do estado a que isto chegou …. claramente convém saber “quem” tem esses cursos….. para poupar palavras veja o caso de um concurso da câmara de loule´ para o departamento de educação (procure no google, veio no expresso). O critério eh obviamente ilegal….. e ate pode ser pior se se demonstrar eventual favorecimento.
  • Zuca
    Curioso… onde é que o hugo diz que seja o que for “é ilegal”?
  • Zuca
    E já agora, nem discuto os critérios, com os quais concordo. Só não consigo ver no comentário do hugo qualquer referência a ilegalidades, só dúvidas.
  • “penso que a GP não deve entrar duas vezes na mesma conta pois viria mencionada essa possibilidade no 132 e não vem” – …. não deve entrar “na mesma conta” porque não vem na lei ….. sinonimo disto …. ilegal
  • E a propósito da avaliação…. a portaria que se cita no critério (não há subcritérios…. entenda-se, porque a lei não fala disso, isso foi uma invenção da aplicação ) diz que se considera um dos últimos 3 anos e deve prever-se forma de considerar os casos dos que não tenham sido avaliados por motivos que não lhes sejam imputáveis… e´ ler…..
    • Zuca
      Assim começo a concordar com a sandra… se de cada vez que alguém tem uma dúvida está a acusar o outro de ilegalidades… omg. Mas por mim estou esclarecido e ainda por cima porque a “guerra” não era minha. abraço.
  • 110
    Queixam-se das escolas que não selecionam pela graduação e quando aparece uma que nos faz esse favor reclamam na mesma. Afinal querem ser selecionados pela graduação ou não?
  • Pedro
    Qual a dúvida de perceberem que o tempo de serviço é até 31 de agosto do ano anterior ao concurso????????????????????? Ano anterior: 2011 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Dahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh Que lentos!
  • hugoef620
    Luis, não encare a pergunta como afronta mas sim como uma dúvida e mais nada. Que raio, falei alguma vez em meter processos ou outra coisa? Já li os docs que refere e continuo com duvidas, é assim tão dificil de entender? Continuo a achar que a GP só deve entrar uma vez mas cada escola vai fazer como lhe “der na gana”. E~não , não acho que sei mais que o Luis, mas também sei que o Luis não é dono da razão e que toda a gente, incluindo diretores, estão com dúvidas de como isto se vai processar. Mais uma vez Luis, nada tenho contra si e era só uma pergunta. Cumprimentos e já agora calma que a procissão ainda vai no adro
  • Oh Hugo eu estou calmo …., muito calmo, mas acho engraçado que em vez de discutirem, por exemplo, o inexistente conceito legal de subcriterio e a sua aplicação em % (ai a matematica…. somar % …. ?!!) discutam e tenham duvidas sobre algo que nada tem de duvidoso. Se lerem a portaria da avaliação curricular ela define certos criterios para isso que se citam nos nossos e se referem. Assim, a graduação profissional é uma forma de avaliar o curriculo (experiencia e formação). Cumprido o requisito de introduzir a ADD nas contas a GP é uma forma de conceber a Avaliação curricular e considera-la evita destruir o equilibrio da GP que é uma formula matematica equilibrada (dai a sua força como conceito). Sugiro que leia uns textozitos que escrevi sobre isso . São longos mas a verdade é que estes assuntos tecnicos não se tratam com soudbytes mas com reflexão complexa e…. chata http://www.vistodaprovincia.blogspot.pt/2012/03/oferta-de-escola-criterios-objectivos.html

    ou

    http://www.vistodaprovincia.blogspot.pt/2011/09/carta-um-matematico-pela-salvacao-de.html

    ou

    http://www.vistodaprovincia.blogspot.pt/2010/12/uma-entrevista-que-causa-desespero.html

    Como verá se resistir à exaustão da leitura sou coerente na defesa do sistema justo que é a graduação…. um bocado à Cunhal de quem toda a gente dizia que era coerente as poucos destacavam a simpatia ou bom feitio (que tive a honra de ver que tinha….)

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