Este é um sinal de alguma esperança

De acordo com um comentário neste blog estão a ser desbloqueados pedidos de aposentação antigos e a aumentar o número de pedidos por receio do agravamento das condições de aposentação.

Caros Docentes,
Estão a ser desbloqueadas as aposentações que foram submetidas em Dezembro 2010 às pinginhas… mas já começaram a aparecer! Penso que isso irá permitir mais algumas vagas.
Também têm aumentado os pedidos de aposentações nos últimos dois meses, dado que o receio de mais cortes aumenta, sendo que não conseguem prever as implicações e como a maioria já reúne as condições quase no limite é preferível avançar.

Boa Sorte a Todoas.

Assistente Técnico da Administração Escolar

É possível que tal esteja a acontecer e no 1º ciclo é muito provável que existam bastantes pedidos nos próximos tempos, especialmente nas situações especiais de quem concluiu o curso do magistério primário em 1975/76 e que estarão em breve a perfazer as condições de aposentação sem penalizações.

Os receios de novos cortes na idade da aposentação e especialmente no regime transitório pode também influenciar a vontade de muita gente passar a receber o mais depressa possível pela CGA.

Relativamente a novas ofertas de escola hoje não foi publicada nenhuma.

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1 comentário

    • luisini on 14 de Janeiro de 2012 at 17:58
    • Responder

    “Paulo Teixeira Pinto, ex-presidente do BCP, foi considerado “inapto” por uma Junta Médica e reformou-se. Em carta enviada ao Público, foi ele mesmo que explicou que passou “à situação de reforma em função de relatório de junta médica”.
    Portanto, este cidadão português de 46 anos foi considerado inapto para o trabalho.

    É bom lembrar que estas juntas médicas são as mesmas que recusaram reformas a Professores com cancro em fase terminal, a portadores de escelerose múltipla e graves incapacidades validadas por exames clínicos exaustivos, e outros tantos problemas crónicos. São as mesmas! O mesmo pessoal, o mesmo local, a mesma lei, o mesmo Estado de Direito (????). Inequivocamente há dois pesos e duas medidas, cidadãos de primeira e cidadãos de segunda.

    E a coisa torna-se evidente quando os inaptos de repente se tornam aptos. Quer dizer, aptos/inaptos ou inaptos/aptos e voltam ao ativo. Não discretamente em part-time, não numa qualquer actividade pouco pesada ou menos exigente, que pensando bem até poderia ser benéfico para a saúde mental de qualquer um, mas, ao contrário, ocupando um cargo de grande responsabilidade.
    Foi um milagre aos olhos de todos, mas ninguém reparou.

    Incrivelmente, esta nova posição, altamente mediatizada e constantemente comentado nos media, não levantou qualquer estranheza.
    Ninguém fez perguntas. Mas o homem não estava inapto, reformado por junta médica ???

    A conclusão imediata é que a Junta médica falhou redondamente na sua apreciação e o cidadão não está inapto. Está mesmo apto e, pelos vistos, muito apto.
    E portanto só posso concluir uma coisa: O parecer das Juntas médicas da CGA não é credível. E perante isto, só vejo uma saída aceitável:

    1º As decisões das Juntas médicas devem ser alvo de reflexão por parte da CGD
    2º Este senhor (e outras pessoas na mesma situação) passam a ser consideradas aptas para a vida profissional e deixam de receber as reformas a que não têm direito.
    2º Por uma questão de justiça social e equidade, essenciais num Estado que se pretende de Direito, a CGA aceita uma reapreciação de todos os pedidos indeferidos pela instituição.

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