A única Avaliação que faz sentido

… passa por medir a evolução média do conhecimento dos alunos tendo como ponto de partida o início do ano escolar e como ponto de chegada o término do mesmo.

Tudo o resto é folclore.

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    • Alexandra Gonçalves on 14 de Fevereiro de 2011 at 14:14
    • Responder

    Uma perspectiva interessante…

    • profana on 14 de Fevereiro de 2011 at 15:53
    • Responder

    Concordo plenamente.
    Mas estás a esquecer-te que estamos no país do folclore. Aqui no Minho é cada vira!!!!!!!

    • Shue on 14 de Fevereiro de 2011 at 15:57
    • Responder

    … mas mesmo essa é (quase) impraticável na medida em que escapa ao controle total do docente e, portanto, não lhe poderá ser imputada directa responsabilidade e correspondente associação a um nível concreto de desempenho.

    Perspectiva que, contudo, ainda vou aceitando como possível, mas não se poderá esgotar em si mesma.


    1. Uma média geralmente não engana e os resultados dos alunos são o único factor que pode ser universalmente medido.
      Falo em percentagens de evolução e não em resultados. Pode ser melhor professor o que tira um aluno de um resultado mediocre para um mau resultado do que aquele que faz um bom aluno de um excelente aluno.
      Acrescenta-lhe folclore e tens um modelo idêntico ao de agora.

        • Shue on 14 de Fevereiro de 2011 at 17:25
        • Responder

        ‘tá bem… mas não é bem isso que afirmo. Quando nos conhecemos, então estávamos numa escola onde os professores são (quase) todos maus. Porquê? Porque na sua maioria eram incapazes de inverter a tendência cultural da zona.

        E sabes bem que avaliar a evolução não é assim tão fácil e linear. Conheço alguns “Muito Bom” e “Excelente” que nem fazem ideia de como isso se faz…

        Poucos são os instrumentos fiáveis, e descarto as provas nacionais, por razões conhecidas. Tanto é que a primeira tese nacional séria acerca deste assunto está a ser construída, as we speak. Nunca foi feito e dificilmente se repetirá da mesma forma tão precisa e aferida como esta, por falta de pachorra, a não ser os “fotocópias” que se lhe seguirão.

        • carlitos on 14 de Fevereiro de 2011 at 18:45
        • Responder

        Meu caro:

        vamos os dois ao restaurante e pedimos dois bifes. eu como os dois bifes e o meu caro não come nenhum. repare que na média cada um de nós comeu um bife mas a verdade é que o meu caro éstá com a barriga a dar horas…

        exemplo simples de como a média pode ser considerada muito perigosa !

    • Pitonisa on 14 de Fevereiro de 2011 at 17:20
    • Responder

    E os explicadores?! Como é que esta variável é considerada?!


    1. Com a anulação das evoluções dos extremos.

        • Shue on 14 de Fevereiro de 2011 at 18:22
        • Responder

        Olha que não. Um explicador poderá guiar o aluno, e isso é louvável, mas não se substituirá ao professor se este souber discernir entre conhecimento próprio ( e consolidado) e conhecimento “impingido”. Somente o primeiro perdura e permite a aplicação a novas situações problemáticas, para além de contribuir para a interligação de conhecimentos de diversas áreas.

        Um dos grandes males dos dias de hoje é a excessiva compartimentação do ensino, que curiosamente é o contrário do que se apregoa, em termos de política educativa. Mas também não é fácil exigir de um docente que este saiba complementar todas as áreas do saber. Seria necessário um trabalho mais exaustivo, ao nível do exemplo do projecto fénix, mas com propósitos sérios e não populistas e papelistas, num verdadeiro trabalho de equipa. É possível, mas penoso e trabalhoso.


  1. […] A Avaliação de Desempenho deve decorrer como algo paralelo ao serviço lectivo e que não ocupe um tema central dentro de uma escola, apresentei já o que considero ser essencial numa avaliação de desempenho. […]


  2. […] a propósito lembrar o que disse em 14 de Fevereiro sobre o princípio que deve assentar a avaliação de desempenho . Goste-se ou não é uma boa […]


  3. […] Tenho uma ideia mais ou menos clara de como devia ser elaborado o modelo de avaliação docente, já o disse em alguns posts atrasados. Todos os parâmetros de avaliação devem ser claros e mensuráveis, defendo uma avaliação centrada na evolução dos resultados escolares dos alunos. […]


  4. […] e até disse-o muito claramente aqui, apesar de saber que poucos aceitariam […]


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